February 18, 2015
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Good Translators Must,
Above All, Be Good Writers

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Rafa Lombardino (PLD Member)

 

In our new installment of Literary Corner, I’d like to talk a little bit about the importance of being a good writer if you want to become a better translator.

Some may think that the most crucial thing for translators is knowing their foreign language well. In other words, if you’re an English-to-Portuguese translator, you better have 100% stellar English skills. Well, that is inarguably true, but if you’re not 110% strong in your native language, your translation will most likely fall short.

What does it mean, though? It means that you must have deep knowledge of your language―and culture, of course―in order to provide not only an accurate but a suitable translation that will ring true with your target audience. You must know about grammar and vocabulary nuances in your target language and you must also learn about writing styles and different language registers.

In addition to identifying these components in the source text, you must also bring them to the translated text. And this is something that goes beyond simply translating words―it’s about translating concepts.

You must think about the target audience, which is ultimately your end client, and think like your target audience. You must also stay true to the original and offer foreign authors a voice in another language, so they can speak through you. And the best way to do that is to become a better, more resourceful writer in your own language.

 

EXPERIENCES

When a Language Dies, it no Longer is the Mother Language of Anyone

During the 55th ATA Annual Conference in Chicago, Professor Ioram Melcer talked about the role of translators in building the cultural and literary identity of Israel.

[Click here for article in Portuguese]

 

EDUCATION

Award-Winning Author from Brazil to Teach Writing Webinar

Adriana Lisboa, author of Azul Corvo (“Crow Blue”) will hold two-hour webinars in March and April to help participants perfect their writing craft.

 

COPYRIGHT IN TRANSLATION

Copyright “Rustling” in English-Language Translation

How Translators Keep (and Lose) Rights to Their Work

 

READERSHIP IN TRANSLATION

Why Americans Don’t Read Foreign Fiction

When French writer Patrick Modiano won the Nobel Prize in 2014, many Americans turned to each other and asked, “Who?” Why are foreign authors so unknown in the U.S.?

 

REVIEW

Daniel Galera’s “Blood-Drenched Beard”

Translated from Portuguese to English by Alison Entrekin

 

CENSORSHIP

Iranian translator of “Blue Is the Warmest Colour” ‘declared persona non grata’

Sepideh Jodeyri, who translated Julie Maroh’s 2010 graphic novel about a lesbian romance into Persian, has spoken out after her book launch in Tehran was cancelled.

 

QUOTE

“Writing isn’t about making money, getting famous, getting dates, or making friends. In the end, it’s about enriching the lives of those who will read your work, and enriching your own life, as well. It’s about getting up, getting well, and getting over.”

Escrever não se resume a ganhar dinheiro, ficar famoso, arranjar namoradas ou fazer amizades. No fim das contas, resume-se a enriquecer a vida daqueles que vão ler o livro e, ao mesmo tempo, enriquecer a sua própria vida. Trata-se de levantar-se, aprimorar-se e superar-se.”

Stephen King

 


RAFA LOMBARDINO  is a translator and journalist from Brazil who lives in California. She has been working as a translator since 1997 and is currently the President and CEO of Word Awareness, a small network of professional translators who work together in multilingual projects. She is certified by the American Translators Association (ATA) in both English-to-Portuguese and Portuguese-to-English translations and has a Professional Certificate in English/Spanish Translation from the University of California San Diego Extension, where in 2010 she started teaching classes on the role of technology in the translation industry. In order to diversify her career, she joined forces with self-published authors and small publishers to translate books into Portuguese and English. In addition to acting as content curator at eWordNews, a bilingual blog dedicated to literary translations and self-publishing efforts, she also coordinates two projects to promote Brazilian literature worldwide: Contemporary Brazilian Short Stories (CBSS) and Cuentos Brasileños de la Actualidad (CBA).

February 13, 2015
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How to Write a Winning Proposal For the ATA Annual Conference!

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Cris Silva

Alô, alô, chamando todos os apresentadores da PLD:

Foi ao ar recentemente a chamada de trabalhos para apresentar no Congresso anual da ATA, a American Translators Association. Não perca essa oportunidade, pois o Congresso é o maior evento de tradução do mundo. O ano de 2015 marcará a 56o edição do evento, que acontecerá em Miami entre os dias 4 a 7 de novembro.

Aqui estão sete dicas para quem estiver pensando em apresentar:

  1. Seja original! O congresso sempre terá apresentações sobre ferramentas e determinadas áreas. Inove e traga sua marca registrada. Para inovar, recomendo estudar o que foi apresentado nos últimos 3 anos do congresso. Depois disso, pense em uma apresentação à qual você gostaria de assistir: “Eu gostaria de ver uma apresentação sobre _________”.
  2. Embora todos os níveis de apresentações sejam aceitos, os participantes gostam também de apresentações em níveis intermediários e avançados, o que representa apresentar para colegas com pelo menos mais de cinco anos de experiência.
  3. Apresentações que envolvem pesquisa, pesquisa de mercado, enquete com os colegas e outras apresentações com dados inéditos tendem a chamar a atenção.
  4. Capriche no título da palestra. Um título bem humorado ou que convide os demais colegas à apresentação tende a ser mais interessante do que um título mais tradicional.
  5. Apresente sobre algo que você domina e adora. Dividir um tópico que nos apaixona é contagiante. Melhor ainda se você souber muito sobre o assunto.
  6. Pense no público e pense como público. O que os colegas aprenderão na apresentação? Por que eles deveriam estar na sua apresentação e não na sala ao lado?
  7. Não venda produtos ou serviços. Em vez disso, dissemine conhecimento. Embora todos estejam no congresso para se promover, apresente ideias, conhecimento, experiência e novas maneiras de fazer velhas tarefas, entre outros.

Empolgou? Quer mais dicas? Não deixe de conferir a apresentação da colega Corinne McKay sobre como escrever uma proposta e, quando estiver com o material pronto, envie-o usando este formulárioO prazo para o envio de propostas é 2 de março!

Até Miami!


 

CRIS SILVA tem mestrado em tradução da Kent State University, em Ohio, e bacharelado em inglês, francês e linguística da University of Kansas. Após trabalhar como tradutora em áreas comerciais e técnicas, se descobriu como intérprete e fez cursos de formação de intérpretes, entre eles o Agnese Haury Institute, na University of Arizona. É credenciada pela American Translators Association nos pares inglês-português e português-inglês, Cris é a coordenadora do Departamento de Português do Mestrado em Tradução e Localização do Monterey Institute of International Studies, em Monterey, na Califórnia. Além de trabalhar como tradutora e intérprete de conferências, Cris também já trabalhou como terminóloga, gerente de projeto e locutora.